quinta-feira, 24 de julho de 2008

Paixão e porrada.

Nada a ver com torcida de futebol. O título é mais prosaico: meus acontecimentos de hoje, no meu interior. Uma traulitada da porta do carro na unha do fura-bolo direito. O dedo do trabalho. A dor lancinante até o ombro, sangue, gelo, bilôra. Na hora do jantar com a familia Paixão, a minha outra familia, em Nilo. Plinio e Eurídice e os filhos: Sóstenes, Overlaque, Dádiva Irlanda, Antenógenes, Eratóstenes, Rita de Cássia, a quem minha mãe deu o nome (devota, deu o mesmo nome a cerca de 40 dos mais de 200 afilhados que teve) e a caçula que, dada a batismo à minha irmã Mena, escapou de ser Cleópatra, recebendo o nome de Tereza Cristina por sugestão da futura madrinha. Fácil imaginar que todos tem apelidos: Sossó, Vevé, Dáda, Noge, Toy, Caté e Teca, sendo que esta nem precisava. Fomos criados juntos. Hoje Tereza é minha amiga mais próxima. Sossó me ensinou a fumar, e Dáda, a dançar. Noge é um puta músico, todos cantam divinamente. Plínio morreu, Eurídice tá firme(+/-). É o pessoal mais bem humorado que conheço, alto astral o tempo todo, todos loucos- uns pelos outros! Não há lugar melhor para estar. Não houve lugar melhor pra eu correr com a minha dor. A propósito, o bobó de camarão estava ótimo.

3 comentários:

Carmena Guimarães disse...

Tadinho, está doendo muito? Sopra que passa!
Esqueceu de dizer que Caté te deu uma sobrinha, Louíse de Cássia, minha irmãzinha caçula (mas não gosto muito da idéia de ter sido deposta do posto de caçula KKKKK).
Bjs e melhora...Te amo!

maria guimarães sampaio disse...

fui interrompida não acerto mais

vera disse...

QUA !QUA!QUA!
MARIDO,VOCE É MUITO DOIDINHO!

xeudizer:

anotações livres, leves, soltas