É assim com os blogs: a gente vê um e resolve futucar os penduricalhos. Já consumia
licuris até me embriagar, através dos continhos pra cão dormir da prima e foi lá que vi o novo penduricalho:
chorik. Nome mais engraçado, de início fiquei sem jeito de perguntar o significado, mas depois ele mesmo foi se mostrando, a principio, numa foto que escondia quase tudo, só entregava a descendência nipônica. Depois vieram D. Zezé, Nanda, Dudu, Nina, Gabriela, Mariana, Isabel e o resto da renca de quem já somos íntimos e já chamamos pelos apelidos. E ficamos amigos. Chorik hoje deve ter mais amigos baianos que paulista e, se bobear, que japoneses. E amigos são assim: choram o riem juntos. Assim como estamos todos felizes com este aniversário, já estivemos tristes, com as baixas de ambos os lados. O tombo de Chorik, sua mudança para Americana, a viagem pra Porto Seguro e suas consequencias, o susto com D. Zezé, com a netinha, a morte de seu pai, tudo tirado de letra pelo japa.
Travamos, há pouco tempo, um duelo delicioso, com textos que me inspiraram ( e acho que a inspiração foi embora...) e que fizeram a delicia dos leitores nossos. Dobrei-me ao vencedor, indubitavelmente. Corri do kamikase, com meu patuá de Ogun no pescoço. Mas que vencedor grandioso! Em vez de me decapitar, me elevou. Ainda por cima, na minha pior hora, na pior baixa do lado de cá, a morte de minha querida prima Maria Sampaio, recebi seu telefonema e com sua voz, uma novidade para quem só se conhece por textos, recebi o conforto que precisava. A voz parece com ele, mas a palavra falada, quase sussurrada, me fez para sempre separar o Chorik do Celso. Só não sei ainda de qual gosto mais.
a foto foi surrupiada do próprio